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Pais superprotetores, filhos inseguros?

A superproteção pode ocorrer por diversos motivos, discorreremos alguns casos de superproteção no intuito de esclarecer as dúvidas mais frequentes de pais que muitas vezes criam uma redoma de proteção diante dos filhos, impedindo-os de alcançarem sua autonomia.

PAIS QUE SUPERPROTEGEM

Na maioria da vezes – pais superprotegem seus filhos, simplesmente porque são pais de primeira viagem, isso implica falta de experiência e medo de errar.

Às vezes – pais superprotegem porque ouvem muitos conselhos de amigos também inexperientes, acarretando comparações dos seus filhos com os do colega, o que não se deve fazer, comparar a fase de uma criança com a mesma fase que a outra criança está passado é uma coisa, comparar uma criança com outra, não é saudável e não te ajudará a esclarecer suas dúvidas.

Raramente – pais superprotegem porque não querem que o filho passe pelo que ele passou.

Nas três hipóteses, podemos observar que há insegurança emocional, fazendo com que reflitamos a respeito desse tema.

PAIS QUE NUNCA PROTEGEM

Porque entendem desde muito cedo que criarão seus filhos para o mundo e não para si, que essa confiança dada a nós pais aqui na terra é algo inexplicável e que um dia eles irão nos deixar, e então não teremos mais como manter uma superproteção eterna.
Cabe ressaltar três pontos importantíssimos aos pais que gostariam de educar e não superproteger:

1º – Quanto antes a criança for educada para sua independência, mais chances de acertos ela terá;

2º – O exemplo dos pais é algo valioso aos olhos dela, cuide dos seus atos perante uma criança;

3º – O amor dos pais para com seus filhos, deverá ser incondicional.

Os malefícios de uma superproteção são vários, independente da idade que a pessoa vier a ter, enquanto criança ela pode sentir medo de situações simples do cotidiano, como o simples fato de não ir ao banheiro sozinha, por ir sempre acompanhada. Enquanto adolescente essa pessoa pode se isolar das demais pessoas preferindo o mundo virtual, pois foi proibida de se aproximar de grupos na infância. E na vida adulta essa pessoa terá problemas para se comunicar expansivamente, portará dificuldade para tomar decisões e iniciativa, porque antes o responsável fazia tudo por ela.

Abaixo segue 5 sugestões para ajudar os pais a utilizarem menos da superproteção:

1 – não proíba seu filho de comer chocolate durante toda a infância;
2 – deixe seu filho passar um dia na casa de um coleguinha que ele goste muito e já conheça a algum tempo;
3 – participe da vida do seu filho, na escola não deixe de ir aos eventos; e fora dela, leve-o para passear em locais que tenham pessoas da idade dele, e não o proíba de interagir com essas pessoas, mas se tiver que corrigi-lo por alguma má criação, corrija-o!
4 – não compare seu filho, nem com o irmãozinho dele, são seres humanos diferentes, por isso não queira que o João seja calmo como o Paulo, por exemplo;
5 – ensine e deixe seu filho praticar pequenas tarefas (dependendo da idade), como: arrumar o quarto, tomar banho sozinho, arrumar as coisas na mochila, alimentar-se sozinho etc…

Assim você estará incentivando o seu filho a ter autonomia, parece uma coisa simples, mas muitas crianças hoje tem dificuldade em adquiri-la, simplesmente porque seus pais fazem tudo no lugar delas, impedindo-as de se desenvolverem no tempo certo.

Texto de autoria de Angela Vilhena

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