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Inclusão, para saber lidar tem que conhecer

sindromeToda diferença tem jeito! Cada criança especial traz consigo uma bagagem poderosa, basta que o adulto conheça para saber lidar.

Infelizmente a pedagogia dos dias atuais não tem conseguido formar pedagogos como gostaria, principalmente a respeito do assunto inclusão. A dificuldade tem sido a associação da teoria para com a prática.

Abaixo relatamos 5 dicas práticas para um pedagogo trabalhar a inclusão em sala de aula.

Primeira Dica: leia, pesquise, conheça! Não se prenda a “achismos” ou suposições. Sem conhecer, você irá errar pelo menos em 90% dos casos.

Segunda Dica: trate a criança como se ela fosse igual a todas, assim você terá menos chance de errar. Pois, o preconceito acontece principalmente porque as pessoas tendem a trata-las com diferença.

Terceira Dica: nunca menospreze uma criança, porque simplesmente ela tem um tipo de síndrome ou mesmo limitação; ela pode e deve ser estimulada, e o principal: acredite e aposte nela, irá se surpreender. Apresente atividades adaptadas, mas não substitua por completo as mesmas, pois é através dessas atividades que se faz possível a avaliação.

Quarta Dica: ame-a, aproxime-se e deixe-a se aproximar de você.

Quinta Dica: não meça forças com ela. Conquiste-a! E logo terá uma reciprocidade, pois ela irá te conquistar também. Seja criativo, encontre estratégias para dominá-la sem oprimi-la.

Toda criança especial sofre, não porque sua síndrome a oprime, mas sim porque os adultos demoram muito a aceitar essa diferença, e muitas vezes omitem para não buscar um tratamento, que é árduo, caro, e toma tempo, mas o principal: omitem porque não acreditam que o tratamento vai dar certo ou mesmo que irá ajudar a criança.

Lembrem-se: Quanto mais cedo iniciar o tratamento, mais chances a criança terá de conseguir uma convivência social com maior facilidade, pois ela mesma se sentirá menos excluída.

Texto de autoria de Angela Vilhena (Psicopedagoga Clínica e Institucional)

 

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